Atividades




Diretrizes básicas de execução do projeto


Visando o êxito do projeto, é necessário construir três pilares:


1) Assegurar a transferência das técnicas de extração das áreas de desmatamento por meio das imagens ALOS/PALSAR.

2) Estruturar um sistema de transmissão de dados e informações, rápido e fácil de operar.

3) Desenvolver pessoas com capacidade de gerir, manter e desenvolver este sistema.


No PDM em anexo na minuta de discussão com o Brasil, que é a base para a realização do projeto, envidencia-se esses 3 pilares como output. A nossa proposta tem como objetivo satisfazer todas as necessidades básicas.

O princípio nos três anos de execução do projeto tem como base atender as solicitações implementando os seguintes métodos:




Conteúdo das atividades anuais


Primeiro ano: Identificação dos problemas e correspondentes soluções; e execução (especialistas executam a estruturação do sistema, testes e realizam o programa de capacitação).


Segundo ano: Usar a período inicial de gestão para a seleção dos problemas e sua correção (O período inicial será executado pelo pessoal das contrapartes. Através do OJT - On the Job Traning – técnicas serão repassadas e os problemas pontuais resolvidos. Melhorar nível técnico das pessoas através de programa de treinamento.


Terceiro ano: Assessorar a operação do sistema pelo próprio técnicos da contraparte. Elevar as técnicas através de programa de capacitação. Assessorar aos contrapartes no preparo do programa de capacitação e planejamentos futuros.




Classificação dos recursos humanos


Considerando o tempo de vida útil restante da fonte de dados, o satélite ALOS, a meta será colocar o sistema em operação de teste o quanto antes, ainda no primeiro ano. A capacitação dos recursos humanos será realizada de forma continua do primeiro até o terceiro ano. Porém, para viabilizar aos técnicos trabalharem sem apoio externo com os satélites posteriores ao ALOS, os mesmos serão divididos em 3 categorias: a) os agentes que atuam nos trabalhos in loco (combate ao desmatamento ilegal); b) analistas de manutenção e operação do sistema e; c) pessoas específicas com capacidade para ampliação futura do sistema. Cada categoria terá um programa de treinamento específico.




Sistema de trabalho conjunto com os contrapartes


Considerando que este projeto tem a especificidade em ter duas instituições contrapartes e que os dados serão armazenados em somente uma delas, as diretrizes gerais serão definidas através da Comissão de Coordenação Conjunta (JCC) e visando possibilitar o bom acompanhamento do projeto, a rápida descoberta de problemas e a pronta solução, o andamento do projeto deverá ser acompanhado através de análises quantitativas claras. O desenvolvimento do projeto se dará através do suporte a cada instituição, individualmente, visando possibilitar ao setor de gestão, trabalhar no mesmo nível e no mesmo trabalho que a outra. É necessário, visando uma execução e alcance dos resultados sem percauços, manter um contato contínuo com a JICA BRAZIL, permitindo um ambiente de colaboração, orientação, consulta, envio de informações, etc. Para que a gestão do projeto seja alcançada de acordo com o estabelecido a Comissão de Coordenação Conjunta é estabelecida de acordo com o organograma abaixo.


Ao executar os trabalhos acima, com base nas diretrizes gerais definidas, terá início a vigilância visando eliminar o desmatamento ilegal com o uso do ALOS/PALSAR e a estrutura para um sistema que tenha continuidade de forma independente (Follow on Program).

Nesse formato, haverá capacidade para utilizar o satélite ALOS e os posteriores de forma contínua; e juntamente deixar capacidade que se autorenove na possibilidade da utilização de outros sistemas de satélite.





Composição dos membros da Comissão de Coordenação Conjunta